quarta-feira, 25 de março de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

                                      JOGANEWS

G1 jogou: 'Dying Light' diverte com parkour, mas fôlego se esgota rápido

Apesar da ação, objetivos monótonos tornam game de zumbis cansativo.
Game foi lançado em janeiro para PlayStation 4, Xbox One e PC.

'Dying Light' é novo game de zumbis dos criadores de 'Dead Island' (Foto: Divulgação)
Dying Light", novo game dos criadores de "Dead Island", tem boas intenções e tenta evoluir a fórmula do seu antecessor. O estúdio polonês Techland criou mais uma vez um cenário de zumbis fora dos EUA – algo raro – e apostou no parkour como principal elemento da ação, o que se mostra divertido logo no início... mas não o suficiente após algumas horas.
Com um enredo fraco, objetivos monótonos e exigências que demoram a se converter em recompensas, o fôlego se esgota rápido. Daí em diante, "Dying Light" simplesmente cansa.
Mas primeiro, as batatas. Para se diferenciar do mar de games de zumbis por aí, e até mesmo do duvidoso "Dead Island", a Techland mesclou as acrobacias urbanas do parkour à tradicional receita de apocalipse zumbi. E a combinação dá samba
Prescrito com doses cavalares de "Mirror's Edge", principal referência em termos de games de movimentação em primeira pessoa, "Dying Light" é fácil e gostoso de ser jogado. Com a ajuda de apenas um botão, consigo saltar entre prédios, escalar paredes inteiras e fazer piruetas sobre massas de mortos-vivos.
O grande problema, porém, é que apesar de ser bem divertido correr, pular e lutar usando o parkour, a novidade acaba virando refém de decisões equivocadas. Todo o potencial cinético do game é subutilizado graças a algumas das tarefas mais chatas e repetitivas que já vi em games de mundo aberto, e que ainda por cima não premiam de forma relevante.
'Dying Light' é game de zumbis com movimentos de parkour (Foto: Divulgação/Techland)
Durante o tempo que encarnei o protagonista Kyle Crane na cidade fictícia de Harran, palco de "Dying Light", senti que meus esforços se resumiam ao comportamento de um pombo-correio vira-lata.
'Dying Light' mescla as acrobacias urbanas do parkour à tradicional receita de apocalipse zumbi. E a combinação dá samba"
É atravessar o mapa inteiro (que não é pequeno) para ativar um painel de força. É cruzar metros e metros de terreno, subindo e descendo, extorquindo anônimos para mais tarde, quem sabe, ganhar um pedaço de pau do meu contratante. E sem ter acesso a "fast travel", recurso de jogos de mundo aberto que agiliza viagens longas.
Numa das missões paralelas, um personagem pede álcool para ajudar no parto do filho. Após escalar para fora da casa do indivíduo, encontrar os itens e voltar para dentro, me deparei com um novo pedido, maior. O processo se repete algumas vezes até o bonitão revelar que estava bebendo o álcool. Não é engraçado e chega a ser meio ofensivo por conta do esforço.
Em 'Dying Light', jogador combina movimentos de parkour com golpes violentos para sobreviver em mundo infestado por zumbis (Foto: Divulgação/Techland)
Entre um ponto e outro do mapa, é claro, acontecem vários encontros com zumbis. Bater nos inimigos é satisfatório e as armas passam aquela sensação boa de impacto, ainda mais quando arrancam a cabeça de um inimigo.
Mas a dificuldade alta das primeiras lutas e a perda de experiência ao morrer podem frustrar bastante. Em algumas das missões mais extensas, senti que os combates acabavam sendo mais uma dor de cabeça do que qualquer outra coisa. Quando, na verdade, o que eu queria era ter vontade de sempre estraçalhar os inimigos.
Durante o tempo que encarnei o protagonista de 'Dying Light', senti que meus esforços se resumiam ao comportamento de um pombo-correio vira-lata"
Essa sensação pode se agravar mais com a já citada falta de bons "loots", que são os itens coletados ou deixados pelos adversários derrotados, e a duração das armas e o fôlego de Crane. Sinceramente, ver seus equipamentos quebrando após algumas poucas pauladas não é divertido. E ficar cansado toda hora em um game que te incentiva a correr para lá e para cá me soa totalmente contraprodutivo.
"Dying Light", tive dificuldades em me manter ligado ao jogo. As ferramentas estão lá, já que o parkour é um sucesso. Mas não presenciei grandes batalhas ou situações emocionantes para ralar e me sentir recompensado depois, como em "Dark Souls". Tampouco mantive a esperança de ganhar itens mitológicos e únicos, como em "Destiny".
Isso somado a um enredo fraco e previsível, onde Crane é um anti-herói eunuco, sem sombra de personalidade ou poder, atrapalham o bom ritmo de "Dying Light". Quem quiser cair de cabeça pode até achar recompensas para seus esforços, mas durante todo o tempo que joguei não deixei de ter a sensação de ser fraco e não ter feito nada realmente relevante.
Para mim, a fórmula se esgotou rápido. Acredito que se a Techland tivesse investido mais tempo na criação de tarefas (principais e secundárias) mais interessantes, e menos nas dimensões de Harran, essa sensação seria mais amena.



MAIS UMA NOTICIA AGORA DE MAD MAX

                                                        JOGA.NEWS

'Mad Max' sai em setembro; versões de Xbox 360 e PS3 foram canceladas

Com mudanças, jogo chega para PS4, Xbox One e PC em 1º de setembro.
'Mad Max' une tiroteios e disputas de carros em mundo pós-apocalíptico.

Capa da revista 'Game Informer' sobre game de ação 'Mad Max' (Foto: Divulgação/Game Informer)

O game de ação inspirado nos filmes "Mad Max" será lançado em 1º de setembro para PlayStation 4, Xbox One e PC, informou a Warner Bros. Games. O  jogo estava previsto inicialmente para 2014 e está em desenvolvimento pela Avalanche Studios, criadora de "Just Cause".
Mas o lançamento tardio do game não virá sem alguns sacrifícios. De acordo com reportagem da revista "Game Informer", cuja capa da edição de abril é o jogo da Avalanche, as versões para Xbox 360 e PlayStation 3 de "Mad Max" foram canceladas.
"Essa decisão permitiu que o time criasse paisagens e efeitos fantásticos que irão desafiar suas expectativas do que a Wasteland [cenário dos filmes] pode parecer", diz a revista. "Em resumo, definitivamente não é um mar de areia sem fim e sem graça".
"Mad Max" coloca os jogadores no mundo pós-apocalíptico dos filmes e traz uma combinação de tiroteios com disputas intensas em veículos. É possível acertar as rodas dos outros carros, como o clássico Interceptor, para fazê-los capotarem ou explodir seus tanques de combustível.
Nessas "corridas mortais", os bandidos podem saltar sobre o carro de Max, que usa sua espingarda para eliminá-los. A física do game dá um visual realista aos inimigos que se penduram no veículo.
Fora do carro, os confrontos acontecem com armas e golpes corpo-a-corpo. No mundo do jogo, Max precisa cumprir uma série de missões para obter gasolina e água, bens preciosos no universo do filme.

MAIS UMA E DESSA VEZ LEGO!!!!

                                            JOGA.NEWS

'Lego Vingadores' e 'Lego Jurassic World' serão lançados em 2015

Games saem no PS4, Xbox One, Xbox 360, PS3, PC, PS Vita, 3DS e Wii U.
Warner Bros. Games e TT Games anunciaram linha de jogos Lego do ano.

'Lego Jurassic World' será lançado em junho de 2015 (Foto: Divulgação)

                                                    JOGA NEWS

'Mortal Kombat X' trará de volta os violentos 'brutalities'

Movimentos adicionam nova forma de encerrar lutas além dos 'fatalities'.
Segundo criador da série, Ed Boon, serão mais de 100 'brutalities' no total.